Doutor, professor, consultor, perito judicial, árbitro e autor. Dedicado a elevar a fisioterapia brasileira a padrões internacionais.
Pioneiro da fisioterapia forense no Brasil, Ricardo Wallace uniu a disciplina da formação militar, o rigor científico do doutorado e a visão empreendedora para transformar a saúde e a fisioterapia no país.
Impactar positivamente a vida das pessoas por meio de soluções integradas em saúde, educação e qualidade de vida, elevando os padrões da fisioterapia brasileira a patamares internacionais.
Com uma abordagem interdisciplinar e inovadora, integrar conhecimentos fisioterapêuticos, ergonômicos, periciais, de auditoria/consultoria e gestão.
Criar soluções que transcendam o individual e abranjam o coletivo — da clínica à ciência, da educação à justiça.
Faculdade de Reabilitação “Tuiuti” — Curitiba/PR (atual Universidade Tuiuti do Paraná).
Diploma · clique para ampliarPós-graduação (Lato Sensu), área de concentração Ergonomia — Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Certificado · clique para ampliarUniversidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) — Centro de Ciências da Saúde e do Esporte (CEFID).
Diploma · clique para ampliarÁrea de concentração Pesquisa Translacional em Cirurgia — Faculdade Evangélica do Paraná (FEPAR).
Diploma · clique para ampliarAssociação Brasileira de Fisioterapia Forense (ABFF) — título outorgado por notório saber técnico-científico, na condição de autor integral da matriz curricular do programa (720 h/a), com docência em 9 dos 18 módulos.
Certificado · clique para ampliarAssociação Brasileira de Musculação Terapêutica (ABMT) — Método STS (Strength Training Strategies); título por notório saber técnico-científico, na condição de autor integral da matriz curricular do programa (720 h/a), com docência em 6 dos 17 módulos.
Certificado · clique para ampliarOs títulos de Interna Corporis (privados) são outorgados por notório saber técnico-científico, na condição de autor integral da matriz curricular dos respectivos programas, conforme o art. 206 da Constituição Federal, a Nota Técnica 386/2013 (II.5) do MEC — em analogia ao art. 66, parágrafo único, da LDB (Lei 9.394/1996) — e os Estatutos da ABFF e da ABMT, com efeitos declaratórios retroativos a julho de 2009 (ABFF) e dezembro de 1999 (ABMT).
Especializações profissionais
Fundador e Presidente Honorário da Associação Brasileira de Fisioterapia Forense (ABFF) · Fundador da Câmara Arbitral de Fisioterapia (CAF).
Uma atuação que transcende o consultório, abrangendo docência, consultoria, perícia judicial, arbitragem, inovação e produção científica.
Atuação em cenários conflituosos que envolvam a fisioterapia e o fisioterapeuta.
Soluções estratégicas em saúde ocupacional, ergonomia e gestão de riscos.
Formação de novas gerações através da universidade corporativa UNIWALLACE.
Fundador da Câmara Arbitral de Fisioterapia (CAF).
Métodos para diagnóstico, tratamento e prevenção.
Autor de 22 livros, estabelecendo padrões de rigor científico.
Um termo cunhado por Ricardo Wallace das Chagas Lucas a partir da experiência dos próprios praticantes e sustentado pelo Método STS.
No início dos anos 1990, repouso e exercícios leves eram a regra para quem tinha dor, lesão ou idade avançada, e a musculação era vista como atividade de academia, voltada à hipertrofia e ao fisiculturismo. Nesse cenário, o CEBRAF — Centro Brasileiro de Fisioterapia, sob coordenação de Ricardo Wallace, iniciou a formatação do Sistema STS para idosos institucionalizados e clinicamente comprometidos.
No Lar Estância Dona Ruth, em Curitiba/PR (atuação encerrada em agosto de 2003, quando um incêndio destruiu a instituição), onde os atendimentos eram conduzidos pela fisioterapeuta Mônica Schmidtke, os idosos passaram a chamar o próprio treino de “musculação terapêutica”, para diferenciá-lo da musculação de academia. Foi a partir desse entendimento dos usuários que Ricardo Wallace das Chagas Lucas cunhou a expressão como denominação de uma área, atribuindo-lhe conceito, método e fundamentação científica.
A proposta enfrentou resistência: parte da medicina via a sobrecarga como risco articular e cardiovascular; parte da Educação Física reivindicava a musculação como atividade exclusiva; e até colegas fisioterapeutas — membros do CREFITO-8 e companheiros de magistério na Faculdade Tuiuti (atual UTP) — questionavam o uso do termo, por entenderem que a área pertencia à Educação Física. A tese defendida prevaleceu: o movimento resistido é soberano, e o que distingue a academia da clínica é o objetivo, o controle e a dosagem, não o peso.
Os exercícios do método foram testados em militares no Hospital Geral de Curitiba, onde o autor atuava como militar de carreira, e, no final da década de 1990, o Método STS chegou ao mercado, impulsionado pelo interesse de fisioterapeutas pesquisadoras da PUC-PR — autoras, em 1999, do primeiro trabalho acadêmico com a expressão no título: “Resultado da aplicação da musculação terapêutica em mulheres jovens sedentárias”. Hoje o treinamento de força é recomendado pela Organização Mundial da Saúde e pelo American College of Sports Medicine.
Anterioridade. Em 2008, o artigo de revisão “Atualização de conhecimentos sobre a prática de exercícios resistidos por indivíduos idosos” (Acta Fisiátrica, USP, v. 15, n. 4), assinado por Câmara, Santarém — então coordenador do CECAFI da Disciplina de Geriatria da FMUSP, ligado à pós-graduação em Fisiologia do Exercício e Treinamento Resistido na Saúde, na Doença e no Envelhecimento (referência desde 1996) — e Jacob Filho, tratava o tema como “exercícios resistidos” e “musculação” de caráter terapêutico, sem empregar a expressão “musculação terapêutica”. Hoje, o Instituto Biodelta, parceiro desse curso, adota “musculação terapêutica” em seus cursos, clínicas e rede de unidades — expressão que já designava uma área no Sistema STS desde o início dos anos 1990 e que figura em título acadêmico desde 1999.
Referências: ABDULLAH, J.; INCKOT, K. S.; ADAMANTE, L.; OLIVEIRA, M.; ALVES, P. Resultado da aplicação da musculação terapêutica em mulheres jovens sedentárias. 1999. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) – Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Curitiba, 1999. · CÂMARA, L. C.; SANTARÉM, J. M.; JACOB FILHO, W. Atualização de conhecimentos sobre a prática de exercícios resistidos por indivíduos idosos. Acta Fisiátrica, v. 15, n. 4, p. 257-262, 2008.
Início da trajetória no Exército Brasileiro, especializando-se em Enfermagem e desenvolvendo disciplina, organização e visão estratégica.
Exército BrasileiroGraduação em Fisioterapia — UTP (1992), especialização (Lato Sensu) em Engenharia de Produção/Ergonomia — UFSC (2007) e o Mestrado (Stricto Sensu) em Ciências do Movimento Humano — UDESC (2010).
UTP · UFSC · UDESCA partir da expressão usada pelos idosos do Lar Estância Dona Ruth (Curitiba/PR), cunha “Musculação Terapêutica” como nome de uma área, sustenta o termo diante de questionamentos de colegas e estrutura o Método STS, que chega ao mercado no final da década. Em 1999, surge o primeiro trabalho acadêmico com a expressão no título (PUC-PR).
CEBRAF · Método STS · ABMTFundação do Grupo Wallace (2004), da Fundação Corporativa Acadêmica (2005) e a criação da Fisioterapia Forense com a ABFF (2009).
Grupo Wallace · ABFFConclusão do Doutorado (Stricto Sensu) em Princípios da Cirurgia — IPEM/FEMPAR (2017) e uma explosão editorial com obras como “Cinesioalongamento” e “GRO para Fisioterapeutas”. Em 2023, recebe os títulos de Mestre Interna Corporis em Fisioterapia Forense Trabalhista (ABFF) e em Musculação Terapêutica (ABMT), outorgados por notório saber técnico-científico na condição de autor integral das respectivas matrizes curriculares.
IPEM/FEMPAR · ABFF · ABMTAtuação consolidada como docente, consultor, perito judicial, árbitro e mentor, influenciando a profissão em múltiplas frentes.
Atuação NacionalDesenvolvimento de um ecossistema integrado — UNIWALLACE, Método STS, Rede Dr. SPA, SisBRAF, entre outras.
Ecossistema WallaceComemoração dos 20 anos do Grupo Wallace e a publicação do “Tratado de Fisioterapia Forense” (2025), consolidando o legado como pioneiro e líder.
Reconhecimento NacionalEmpresas e plataformas interconectadas, onde cada componente fortalece e potencializa os demais — abrangendo saúde, educação e qualidade de vida.
Educação em saúde e mentorias
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